Realização Luck Entretenimento

terça-feira, 28 de outubro de 2014

COMEU NÃO LEU O PAU COMEU: MÉTODO USADO PELO PREFEITO ELÍDIO QUEIROZ COM FUNCIONÁRIA E SECRETÁRIO

De forma arbitrária e perseguidora, é dessa forma que vem sendo a administração do prefeito de Jardim de Piranhas Elídio Queiroz. Quem não o acompanha sofre as consequências, e o sistema ditatorial prevalece em seu contexto.
Foi dessa forma o que aconteceu com uma funcionária do prefeito logo na segunda feira (27) pós eleição. A funcionária porque apareceu declarando seu voto ao então candidato do PMDB Henrique Alves  e João Maia ao governo, quando nesta segunda (27) ao chegar para dá o seu expediente recebeu a notícia que lá não mais trabalhava (DEMITIDA).

Outra notícia que ronda a cidade de demissão por apoio político declarado contra ao candidato do prefeito, informação essa até o momento (EXTRA OFICIAL) é de que, supostamente o Secretário de Agricultura Galbê Maia ( irmão do deputado João Maia) estará em alguns dias entregando o cargo mas, que na verdade também foi demitido pelo prefeito Elídio Queiroz, por apoiar o candidato adversário e não o do prefeito.
Vale salientar também, que tudo pode não passar de mera especulação de meio de rua.

VIVA A DITADURA DO GOVERNO É TEMPO DE RECOMEÇAR.....
 Como diz o ditado popular:
COMEU NÃO LEU, O PAU COMEU!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

“Farei oposição respeitosa”, diz Henrique Alves

henrique pauta
Candidato derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), disse em entrevista à Folha de São Paulo que fará “oposição respeitosa” ao governador eleito neste domingo (26), Robinson Faria (PSD), atual vice-governador do Estado. “Quero aqui desejar ao futuro governador eleito, Robinson Faria, que cumpra seus compromissos”, afirmou Alves em pronunciamento no prédio em que mora em Areia Preta, na zona leste de Natal. “Da nossa parte, ele terá uma oposição respeitosa, vigilante, democrática, como deve ser”, afirmou.
Deputado há 44 anos, Alves ficará sem mandato a partir de 1º de janeiro de 2015. Com 99,9% das urnas apuradas, ele tinha 45,58% dos votos, enquanto Robinson tinha 54,42%. Ele acompanhou a apuração dos votos na casa de seu sogro, o empresário Cassiano Arruda, com familiares. “Acho que enfrentei de cabeça erguida uma luta para a qual fui convocado pelo meu partido e por outros partidos, por tantas lideranças, pelo povo do Rio Grande do Norte”, afirmou, em referência à aliança de 17 partidos que reuniu inclusive as famílias Alves e Maia, rivais históricas no Estado.
“Do jeito que entrei, saí: de cabeça erguida, certo de que dei o melhor de mim na hora mais difícil que meu Estado precisava”, disse o presidente da Câmara. Após o pronunciamento, Alves abriu espaço para apenas duas perguntas. Questionado sobre seu futuro, disse que iria “fazer o que faço a vida inteira, desde meus 21 anos de idade”.
“Esta é minha vida, de ajudar meu Estado, ajudar os municípios, as pessoas do Rio Grande do Norte e assim continuarei porque aprendi a fazer isso e faço com muita alegria e com muita honra”, disse o candidato derrotado. Questionado se deveria buscar uma aproximação com o governador eleito, esquivou-se. “Esta pergunta não cabe”, respondeu. Convidado por um jornalista a acompanhar a apuração nacional com a imprensa, ele sorriu e brincou: “Não vou cair nessa”.

Brasil tem eleição para presidente mais apertada desde disputa de 1989

O G1  destaca que o segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) teve a disputa mais apertada para presidente desde 1989, quando o país voltou a ter eleições diretas para presidente. A vitória de Dilma só foi conhecida às 20h30, com 98% das seções apuradas. A petista liderava com 51,45% a 48,55%.
Em 1989, Fernando Collor de Mello (PRN) foi eleito no segundo turno, 53,03% dos votos válidos, contra 46,97% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 1994 e 1998, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ganhou no primeiro turno, com 55,22% dos votos válidos (1994) e 53,06% (1998).
Em 2002, após três derrotas, Lula (PT) foi eleito pela primeira vez ao alcançar 61,27% votos válidos no segundo turno, contra 38,73% de José Serra (PSDB). Em 2006, Lula (PT) foi reeleito no segundo turno, com 60,83% dos votos válidos, contra 39,17% de Geraldo Alckmin (PSDB).
Em 2010, quando conquistou seu primeiro mandato, a petista Dilma Rousseff também foi eleita no segundo turno. Na época, ela superou o tucano José Serra. Dilma foi eleita em 2010 com 56,05% dos votos válidos, contra 43,95% de Serra.

Cerro-Corá tem o maior índice de abstenção no Seridó, e Santana do Seridó o menor

O Blog do Marcos Dantas se aprofunda nos números das eleições deste segundo turno, em especial na região do Seridó. Um dado interessante é que em termos percentuais, a cidade de Cerro-Corá registrou o maior índice de abstenções de toda a região. Dos 8.553 eleitores aptos a votarem só compareceram 6.239. Isso quer dizer que 2.314 deixaram de votar, o que equivale a 27,05% de abstenções. Santana do Seridó, por sua vez apresentou o menor percentual com apenas 9,40%, equivalente a 202 eleitores faltosos. Veja abaixo o ranking dos nove municípios com maiores índices de abstenções no Seridó:
Cerro-Corá – 27,05% – 2.314 eleitores
Currais Novos – 25,93% – 8.578 eleitores
Serra Negra do Norte – 24,56% – 1.547 eleitores
Lagoa Nova – 24,55% – 2.927 eleitores
Bodó – 23,49% – 682 eleitores
Jucurutu – 22,70% – 3.451 eleitores
Jardim de Piranhas – 22,50% – 2.571 eleitores
Ipueira – 19,61% – 374 eleitores
Caicó – 19,12% – 8.491 eleitores

Seridó: Henrique venceu em 13 cidades e Robinson em 11

Na região do Seridó tanto Henrique como Robinson ampliaram suas votações, com relação ao primeiro turno. Henrique saltou de 74.949 para 80.068 votos, enquanto que Robinson de 57.982 para 76.754 votos. Henrique venceu em 13 cidades da região (Bodó, Currais Novos, Equador, Ipueira, Jucurutu, Ouro Branco, Santana do Seridó, São Fernando, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Vicente, Tenente Laurentino Cruz e Timbaúba dos Batistas).
Já Robinson em 11 cidades do Seridó (Acari, Caicó, Carnaúba dos Dantas, Cerro-Corá, Cruzeta, Florânia, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Lagoa Nova, Parelhas e Serra Negra do Norte).

“Cumpri minha missão”, diz Aécio ao reconhecer a derrota

Do UOL – O candidato derrotado à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves (PSDB), afirmou neste domingo (26) após o resultado final da eleição ser anunciado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que cumpriu sua missão nesta eleição e que a prioridade do novo governo é “unir o Brasil”.
“Combati o bom combate, cumpri minha missão e guardei a fé”, afirmou o tucano ao citar o apóstolo São Paulo em seu discurso. Ele também disse que ligou para a presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) para cumprimentá-la.

sábado, 25 de outubro de 2014

Matéria completa: “O Planalto (Dilma e Lula) sabia de de tudo!”


EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado
Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.
Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Yous­sef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o de­poente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo for­necendo pistas falsas e fazendo acu­sações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.
Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fa­se atual da investigação. Ele já con­tou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-mi­nistra da Casa Civil Gleisi Hoff­mann, a quem ele teria repassado 1 mi­lhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora ne­gou ter sido beneficiada.
Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa quei­xa­va-­se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tive­ra seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.
Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.
Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.
Depois da homologação da de­lação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão con­fiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ­coor­­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rous­seff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua amea­ça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”.
DINHEIRO PARA O PT 
Alberto Youssef também voltou a detalhar os negócios que mantinha com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, homem forte da campanha de Dilma e conselheiro da Itaipu Binacional. Além de tratar dos interesses partidários com o dirigente petista, o doleiro confi rmou aos investigadores ter feito pelo menos duas grandes transferências de recursos a Vaccari. O dinheiro, de acordo com o relato, foi repassado a partir de uma simulação de negócios entre grandes companhias e uma empresa-fantasma registrada em nome de laranjas mas criada pelo próprio Vaccari para ocultar as operações. Ele nega

ENTREGA NO SHOPPING
Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da exministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef.

ELE TAMBÉM SABIA
Durante o segundo mandato de Lula, o doleiro contou que foi chamado pelo presidente da Petrobras, José sergio Gabrielli, para tratar de um assunto que preocupava o Planalto. Uma das empresas com contratos de publicidade na estatal ameaçava revelar o esquema de cobrança de pedágio. Motivo: depois de pagar propina antecipadamente, a empresa teve seu contrato rescindido. Ameaçado pelo proprietário, Gabrielli pediu ao doleiro que captasse 1 milhão de reais com as empreiteiras do esquema e devolvesse a quantia à empresa de publicidade. Gabrielli não quis se pronunciar

CONTAS SECRETAS NO EXTERIOR
Desde que Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002, admitiu na CPI dos Correios ter recebido pagamentos de campanha no exterior (10 milhões de dólares), pairam sobre o partido suspeitas concretas da existência de dinheiro escondido em paraísos fi scais. Para os interrogadores de Alberto Youssef, no entanto, essas dúvidas estão começando a se transformar em certeza. O doleiro não apenas confi rmou a existência das contas do PT no exterior como se diz capaz de ajudar a identifi cá-las, fornecendo detalhes de operações realizadas, o número e a localização de algumas delas.

UM PERSONAGEM AINDA OCULTO
O doleiro narrou a um interlocutor que seu esquema criminoso por pouco não atuou na campanha presidencial deste ano. Nos primeiros dias de março, Youssef recebeu a ligação de um homem, identifi cado por ele apenas como “Felipe”, integrante da cúpula de campanha do PT. Ele queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. Youssef disse que chegou a marcar uma segunda conversa para tratar da operação, mas o negócio não foi adiante porque ele foi preso dias depois. Esse trecho ainda não foi formalizado às autoridades.

O círculo vai fechando

ATÉ A MÁFIA FALOU – Tommaso Buscetta, o primeiro mafi oso a fazer delação premiada. Na Sicília, seu sobrenome virou xingamento
​Quem delata pode mentir?
Alexandre Hisayasu
A delação premiada tem uma regra de ouro: quem a pleiteia não pode mentir. Se, em qualquer momento, fi car provado que o delator não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são imediatamente suspensos e ele fica sujeito a ter sua pena de prisão aumentada em até quatro anos.
Para ter validade, a delação premiada precisa ser combinada com o Ministério Público e homologada pela Justiça. O doleiro Alberto Youssef assinou o acordo com o MP no fi m de setembro. Desde então, vem dando depoimentos diários aos procuradores que investigam o caso Petrobras. Se suas informações forem consideradas relevantes e consistentes, a Justiça – nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, já que o doleiro mencionou políticos – homologará o acordo e Youssef será posto em liberdade, como já ocorreu com outro delator envolvido no mesmo caso, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras deu detalhes ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o funcionamento do esquema milionário de pagamento de propinas que funcionava na estatal e benefi ciava políticos de partidos da base aliada do governo. Ele já deixou a cadeia e aguarda o julgamento em liberdade. O doleiro continua preso.
Até o ano passado, a lei brasileira previa que o delator só poderia usufruir os benefícios do acordo de delação ao fi m do processo com o qual havia colaborado – e se o juiz assim decidisse. Ou seja, apenas depois que aqueles que ele tivesse incriminado fossem julgados é que a Justiça resolveria se o delator mereceria ganhar a liberdade. Desde agosto de 2013, no entanto, esses benefícios passaram a valer imediatamente depois da homologação do acordo. “Foi uma forma de estimular a prática. Você deixa de punir o peixe pequeno para pegar o grande”, diz o promotor Arthur Lemos Júnior, que participou da elaboração da nova lei.
Mais famoso – e prolífero – delator da história recente, o mafi oso Tommaso Buscetta levou à cadeia cerca de 300 comparsas. Preso no Brasil em 1983, fechou acordo com a Justiça italiana e foi peça-chave na Operação Mãos Limpas, responsável pelo desmonte da máfi a siciliana. Depois disso, conseguiu proteção para ele e a família e viveu livre nos Estados Unidos até sua morte, em 2000.

Segundo avaliação nas redes sociais, Aécio foi melhor no debate

Os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) participaram na noite desta sexta-feira (24) na TV Globo do último debate antes do segundo turno da eleição. Além das perguntas entre si, os candidatos responderam a questões do dia a dia formuladas por eleitores indecisos. Nas respostas, ambos mantiveram a troca de acusações e ironias de outros debates.
O debate começou às 22h08 (horário de Brasília) e durou uma hora e 50 minutos. Terminou pouco antes da meia-noite, horário limite permitido pela Lei Eleitoral. Foram quatro blocos: o primeiro e o terceiro tiveram perguntas entre os candidatos; no segundo e no quarto, Dilma e Aécio responderam a questões de eleitores indecisos selecionados pelo instituto de pesquisa Ibope, que estavam no auditório e foram escolhidos por sorteio pelo mediador William Bonner. No quarto bloco, os candidatos também fizeram as considerações finais. Segundo avaliação das redes sociais, o tucano teve melhor desempenho.
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Receita de Aécio para acabar com a corrupção: tire o PT do poder

Aécio Neves e Dilma Rousseff (Foto: Marcelo Carnaval / Agência O Globo )
Nem que a vaca tussa, Dilma Rousseff responderá à pergunta que Aécio Neves lhe fez duas vezes, ontem à noite, durante o debate entre os candidatos a presidente promovido pela Rede Globo de Televisão. A pergunta: “O que a senhora tem a dizer sobre os mensaleiros do PT condenados pela Justiça e que estão presos?”
Dilma nada tem a dizer. Não teve no debate da Globo e tampouco nos demais debates do primeiro ou do segundo turno. Como é possível que uma presidente da República nada tenha a dizer sobre um assunto desses? Como se viu, entre nós, é possível sim. Não responder a perguntas incômodas é considerado por um povo que se acha esperto uma prova de grande esperteza – de fraqueza ou medo, jamais.
O debate foi dividido em quatro blocos. Em dois, candidato perguntou a candidato. Nos outros dois, eleitores indecisos perguntaram aos candidatos. O primeiro bloco, onde os candidatos se confrontaram, terminou empatado. Aécio ganhou com folga os três blocos seguintes. Respondeu às perguntas com tranquilidade. Protagonizou os momentos marcantes do debate. Deixou Dilma atrapalhada várias vezes. E se saiu melhor ao ser interrogado pelos eleitores indecisos.
Cometeu uma frase matadora, destinada à passar à história dos debates. Foi quando uma eleitora perguntou o que poderia ser feito para acabar com a corrupção. Aécio disse: “Existe uma medida para acabar com a corrupção: tirar o PT do governo!” O melhor do debate: as perguntas dos eleitores indecisos, que expuseram a dura realidade da vida das pessoas de carne e osso. Nada a ver com as pessoas que desfilaram na propaganda eleitoral de Dilma.
Um garoto contou que perdera um primo assassinado pelo tráfico de drogas. A professora, a trágica história do aluno que abandonou a escola para se tornar um dos chefes do tráfico. O florista cobrou uma solução para o problema das moradias. Afinal, o aluguel triplicou em quatro anos. O mico da noite foi para… Dilma, naturalmente. Uma economista do Ceará, de 55 anos de idade, disse que não consegue mais emprego. Resposta de Dilma: faça o Pronatec, um curso de qualificação. Puxa, a mulher já é qualificada. Precisa de emprego, não de curso técnico.
A vitória de Aécio em mais um debate, dificilmente, será capaz de imprimir um novo rumo à eleição. A tendência é que os eleitores de Dilma achem que ela venceu o debate. Os eleitores de Aécio acharão que o vencedor foi ele. É assim que costuma acontecer. De resto, algo como 84% dos eleitores de Dilma e dos eleitores de Aécio diz que não há hipótese de mudar seu voto. Um por cento dos eleitores de cada um diz que é alta a probabilidade de mudar. Para 4% de cada, existe alguma possibilidade de mudar. E 11% não respondem ou não sabem.
Por Ricardo Noblat

Vaticano investiga denúncias de padres que aparecem nus em fotos de sites gays

Mais um escândalo sexual pode abalar as estruturas da Igreja Católica. Desta vez trata-se de uma diocese na região de Liguria, no Norte da Itália, de onde chegaram denúncias de padres que postam fotos nuas na internet, fazem “bico” como barman e cometem assédio a fieis. O caso chocou a cúpula do Vaticano a tal ponto que o Papa Francisco enviou nesta semana um “administrador católico” para investigar as acusações.
A diocese de Albenga-Imperia já foi descrita por um jornal italiano como a “mais fofocada da Itália”. Ela é comandada há mais de 25 anos por Dom Mario Oliveri, de 70 anos, conhecido até então pelo seu conservadorismo religioso. De acordo com o periódico Il Secolo XIX, o bispo deve ser substituído nos próximos dias.

União deixou de investir R$ 21 bilhões em segurança pública em 13 anos

A segurança pública ganhou os debates eleitorais da corrida presidencial, o que ocasionou troca de acusações entre os candidatos que formam o segundo turno. Os dados, no entanto, são claros. Entre 2001 e 2013, as seis unidades orçamentárias que possuem relação direta com segurança pública deixaram de desembolsar R$ 21 bilhões para iniciativas do setor. O nível de recursos autorizados para segurança pública no período somou R$ 137,9 bilhões. No entanto, os desembolsos efetivamente realizados foram de R$ 116,9 bilhões.
Os valores utilizados pelo Contas Abertas foram atualizados pelo IGP-DI, da Fundação Getúlio Vargas. Em termos de investimentos, a situação não foi diferente. Cerca de R$ 10,4 bilhões deixaram de ser aplicados em obras e compra de equipamentos de segurança pública nos últimos 13 anos. Dos R$ 23,4 bilhões autorizados em orçamento no período, apenas R$ 13 bilhões foram executados.
Em 2014, o ritmo de execução não deve mudar. Até o momento, R$ 3,7 bilhões do orçamento geral das unidades não tiveram destino. Já nos investimentos, R$ 888,1 milhões ainda não foram aplicados este ano. O levantamento do Contas Abertas levou em conta a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) , o Fundo de Aparelhamento da PF e o Ministério da Justiça (MJ).

Rosalba não ficar só assistindo segundo turno


rosalba voto

Confirmando o que o blogue já disse, a governadora Rosalba Ciarlini não vai ficar só assistindo o pleito deste domingo (26). Contam lá de Mossoró que correligionários seus votariam em Robinson Faria para o governo, inclusive com postagens nas redes sociais.

Tropas da PM já estão nas ruas para escolta e guarda de urnas

As tropas da Polícia Militar do Rio Grande do Norte amanhecem, hoje, nas ruas de Natal e do interior, prestando serviço de policiamento nos 1.621 locais de votação, onde ficarão guardadas as 6.963 urnas eleitorais, bem como as 671 urnas de contingência e 881 reservas para substituição das urnas eletrônicas que, por ventura, apresentarem defeitos amanhã (26), dia da votação em segundo turno das eleições para presidente da República e governador do Estado.
De Natal já seguiram, na manhã ontem (24), os 870 praças e oficiais que se somarão ao contingente de 1.500 homens lotados no interior para reforçar a segurança nas eleições. “Nós tiramos policiais que estavam de folga e à disposição de outros órgãos”, disse o comandante da corporação, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva. “As tropas”, continuou, “estarão nas ruas a partir das 6 horas, sem contar os batedores que farão a escolta dos malotes das urnas que estão sendo transportadas pelos Correios”.
Da Tribuna do Norte

“Votar em Henrique 15 é decisivo para a construção de um RN melhor para todos”, diz João Maia

Henrique e João Maia
O candidato a vice-governador João Maia (PR) usou as redes sociais neste sábado, véspera da eleição para não só reafirmar a importância do Rio Grande do Norte eleger Henrique Alves (PMDB), neste domingo para o Governo, como também agradecer o carinho recebido pelos potiguares durante os quase quatro meses de campanha. Foram várias as demonstrações recebidas por João Maia em suas andanças por todas as regiões do Estado, prova de que seus oito anos de deputado federal, trabalhando junto aos municípios, deram os resultados que a população sempre esperou.
Meus conterrâneos do Rio Grande do Norte, jovens, pais e mães de famílias, quero neste momento agradecer o carinho, a solidariedade e o empenho em divulgar os projetos de Henrique e João Maia para o RN. Amanhã, domingo dia 26 nosso Estado decidirá o futuro dos seus filhos para os próximos quatro anos. Peço a todos o entusiasmo e a dedicação de sempre para até o último minuto convencerem os vizinhos, os amigos, os familiares, e principalmente os indecisos de que votar no 15, em Henrique e João Maia é votar na construção de um RN melhor para nossos irmãos potiguares”, destacou.

O Ibope recorde do debate: a Globo registra 31 pontos na Grande São Paulo

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O esperado debate da Globo neste segundo turno está rendendo, como era de se esperar, à emissora uma audiência recorde nesta temporada de confrontos.No primeiro bloco, a Globo registra 31 pontos na Grande São Paulo, de acordo com dados prévios do Ibope. (A Record cravou oito pontos e o SBT, seis).
É mais audiência que os debates de segundo turnoda Record, SBT e Band somados.No segundo e terceiro blocos, os números não mudaram.Na média, o programa registrou trinta pontos – nove pontos acima do ibope desta faixa horária, se consideradas as últimas quatro sextas-feiras. (No horário, Record alcançou sete pontos, SBT, seis e Band, dois pontos).

MOBILIZAÇÃO PRÓ ROBINSON DISFARÇADA DE PRÓ DILMA EM JARDIM DE PIRANHAS

Como o último dia para mobilizações com direito a discursos foi na quinta feira (23) encerrada com uma grandiosa mobilização do exclusiva para o candidato Henrique com a presença de seu vice e filho de Jardim João Maia, Antônio Macaco vereadores e lideranças que parou Jardim, percorrendo os bairros da cidade. Durante a semana a turma do prefeito criaram a mobilização pró Dilma usando o nome de faculdades e escolas da rede municipal e estadual. Mas o que vimos realmente, foi um disfarce para o candidato do prefeito Robinson Farias, pois até os carros de propaganda da prefeitura que faz divulgação de Robinson foram colocados. Segundo informações extra oficial, o prefeito exigiu que se não fizesse para Robinson e só pra Dilma não cederia os carros.
E na verdade só vimos funcionários da prefeitura e simpatizantes do prefeito, pois em todas as fotos que foram publicadas nos blogs da prefeitura só ver as pessoas todas adesivada, com bandeiras fazendo o sinal de 55 com as mãos ao invés do 13 que é o número da presidenta. Sabemos que a presidenta tem uma boa parcela de eleitores no município dos dois lados, mas ao perceber a MARUAGEM desistiram de participarem.

ESSA MALANDRAGEM É VELHA DEMAIS!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Líderes em Jardim de Piranhas querem reverter maioria para Henrique

O deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB) faz campanha em Jardim de Piranhas para o seu candidato a governador Henrique Eduardo Alves (PMDB) isoladamente.
Do outro lado, as famílias Maia e Macaco, também.
Mas todos com um objetivo comum. Reverter o quadro que foi favorável ao candidato Robinson Faria (PSD)agora no segundo turno das eleições.
fonte:Robson Pires
DO BLOG: Ao contrário do que tenta a mídia do governo municipal, em passar de todas as formas informações deturpadas para a população colocando as famílias e lideranças políticas uns contra os outros, como ocorreu está semana com uma declaração redigida e criada por um blog da cidade, colocando o deputado Nelter contra Antônio, se contradizendo quando na própria gravação feita pelo deputado que está no mesmo blog, o deputado não acusa ou cita em nenhum momento nome de ninguém, só apenas mantendo seu apoio ao gestor municipal, onde já é público e notório.
E dessa forma contrariando a oposição no município que apoia o candidato do PSD, mostrando que as diferenças políticas nesse momento está totalmente fora de questão, pois todos estão empenhado e unidos em um só objetivo que é, dar a vitória no próximo Domingo (26) a Henrique Alves e João Maia 15 para o governo do estado em todo território potiguar e principalmente em Jardim de Piranhas terra do vice João Maia.

Jardim de Piranhas recebeu o “Arrastão do 15” nesta quinta

alvaro jardim
Na noite desta quinta-feira (23) foi a vez de Jardim de Piranhas receber o “Arrastão do 15”. Comandado pelo candidato a vice-governador João Maia e o deputado estadual Álvaro Dias, a mobilização percorreu as ruas do Município e contou com as presenças do presidente da câmara de vereadores, Luiz Macaco, ex-prefeito, Antônio Macaco, o empresário Rogério Couro Fino, vereadores e lideranças municipais.
“Com a eleição de Henrique, o Seridó terá dois governadores, pois a presença de João Maia na chapa muito prestigiou a nossa região. Tenho certeza que estarei na Assembleia defendendo os interesses dos seridoenses e João e Henrique vão nos ajudar a melhorar Jardim de Piranhas e a região do Seridó”, afirmou o deputado Álvaro Dias.
Para João Maia, a população jardinense foi mais um sinal da vitória do próximo domingo. “Estou vindo de caminhadas em vários Municípios do Estado, mas em Jardim de Piranhas foi a confirmação da vitória de Henrique neste próximo domingo. Aqui eu sinto o calor da minha terra, sinto a alegria no rosto das pessoas e vejo que teremos uma bonita vitória nas urnas deste segundo turno”, disse João Maia.

ISTOÉ/Sensus: Aécio lidera com nove pontos de vantagem sobre Dilma

aecio dilma
Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro – +/- 2,2%
Confiança – 95%

Rosalba se define na reta final da campanha: vai de Robinson e Dilma

Os meios políticos de Mossoró já consideram como certeza os apoios da governadora do Rio Grande do NorteRosalba Ciarlini (DEM) ao seu vice-governador Robinson Faria (PSD) e a presidente Dilma Rousseff (PT).
O que já não era tanta novidade assim.