Até lá, Jair Bolsonaro teria “congelado” a troca de nomes indicados pelo ministro da Economia, como é o caso do presidente do Banco do Brasil, André Brandão.
Esses interlocutores dizem que Bolsonaro vem sendo pressionado pelo Centrão a aprofundar a reforma ministerial, como combinado.
O prazo até junho seria o suficiente, na visão do Palácio do Planalto, para a aprovação da reforma administrativa e encaminhamento da tributária.
Arthur Lira já avisou que o relatório da reforma tributária será entregue na semana que vem.
Hoje, a Câmara dos Deputados completou a aprovação da PEC Emergencial e Rodrigo Pacheco promete promulgá-la amanhã.
No entorno de Guedes, a possível saída do ministro, daqui a três meses, é vista com surpresa.
Nossa.
Antagonista